Empreendedorismo


10
Mar 10

KISS Single Song Startup Secrets

Get this straight: The StoogesNotorious BIGSex Pistols or the Grateful Dead aint got nothin on KISS when it comes to entrepreneurial and startup advice.

And they do it in one single song. Here’s “I” from “The Elder”:

I was so frightened
I almost ran away
I didn’t know that I could do
Anything I needed to

And then a bolt of lightnin’
Hit me on my head
Then I began to see
I just needed to believe in me

Then I, I believe in me
And I, I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me

Then I, I believe in me
And I, I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me

They said, “I didn’t stand a chance”
I wouldn’t win no way
But I’ve got news for you
There’s nothin’ I can’t do

Ain’t no pretendin’
Ain’t no make believe
But I’ve got to be the one
I gotta do what must be done

Then I, I believe in me
And I, I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me

Then I, I believe in me
And I, I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me
I believe in me
Yes, I believe in me, yeah

I don’t need no money
I don’t need no fame, no
I just need to believe in me
And I know most definitely

Don’t need to get wasted
It only holds me down
I just need a will of my own
And the balls to stand alone

‘Cause I, I believe in me
And I, I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me

I believe in me
I believe in somethin’ more
Than you can understand
Yes, I believe in me

Yes, I believe in me
Yes, I believe in me
Yes, I believe in me

EDIT: and the best startup advice for startups comes from the KISS name itself: Keep It Simple (and) Stupid.


8
Dec 09

Startups à Caixa Central

Neste fim de semana que passou realizou-se mais um Codebits. Como sempre parabéns à organização, nomeadamente ao Celso e à malta do SAPO.

Desta vez não participei em actividades nenhumas, nem voltarei a participar. Mas de qualquer forma tentei dar um salto em cada um dos dias e ver o ambiente. Estava a contar conseguir ir no final do dia de Sábado para ver as apresentações dos projectos mas não foi possível por compromissos anteriores.

Mas ainda bem. É que os projectos este ano foram bem mais fraquinhos do que em anos anteriores. Talvez sinal do aumento de participantes. É inevitável que quando se baixa o nível do que é suposto ser uma reunião de elite (não, não somos todos iguais), a taxa de tontos e de projectos inconsequentes aumente.

Não consegui ir mas ainda consegui ver alguns em streaming, ver e ler a lista dos mesmos e receber feedback de alguns amigos. Não foram grande espingarda. Basta dizer que este ano não investia em nenhum dos projectos apresentados, ao contrário de anos anteriores em que teria investido em alguns. Minto: investia num que juntasse (onde se juntassem) os projectos 17, 60, 88 e 110. Tenho uma ideia sobre o que se podia fazer; mas não conto.

E portanto, projectos giros passados e presentes já sabem: é contactar a caixa central e apresentar o projecto em mais detalhes.

Para além disso: daqui a 1 mês vai-se realizar o workshop Kickstart 1H10. É uma boa oportunidade para se apresentarem e, se forem selecionados, aprender algumas coisas, ter ajuda a estruturar o projecto e a possibilidade de receber uma proposta de investimento.

O que me traz ao título do post: é que são precisos mais patinadores à caixa central. É uma desilusão estar à espera de receber 15 ou 20 candidaturas e receber 10. Vamos seleccionar 5 ou 6 (calma quem se inscreveu que os convites saiem ainda hoje) para estarem presentes e faria algum sentido ter mais opções. É só garganta? “Ah e tal se houvesse dinheiro eu tinha um projecto do catano” mas depois quando têm hipótese fogem com o rabinho à seringa? Ou é medo da rejeição? Têm medo de não ser escolhidos, o mundo acaba e têm de ir chorar para um cantinho?

É por isso que resolvemos lançar um “Call for Startups/Founders“: desde o início que está no nosso plano não contar apenas com ideias externas, mas também criar equipas para implementar ideias nossas, internas. Portanto se têm mãozinhas para pôr projectos no terreno e vos interessa alguma das ideias/projectos/tecnologias, façam-nos o favor de entrar em contacto que a malta explica como se podem tornar co-founders e ajudar a pôr esses projectos no terreno.


30
Sep 09

Quem é que Faz de Anjo

Eu disse que ia falar sobre este assunto e andei a arranjar vontade para o fazer. Como tenho andado a tomar o Cholagut e já me sinto melhor da figadeira, cá vai…

Esta coisa do empreendedorismo e das startups é uma coisa incerta, variável, dinâmica, imponderável, cheia de inesperados. É uma coisa que implica assumir, como hei-de dizer…: riscos. Como consequência tem-se obviamente que o financiamento deste tipo de projectos, implica, digamos, algum risco. Não é daquele risco tipo “vou andar de skate mas posso partir uma perna”, não. É mais daquele tipo “vou atravessar uma floresta em chamas infestada de leões e acredito que vou sair do outro lado incólume. Ou morto”. Se calhar é por isso que o investimento neste tipo de projectos se chama capital de risco. Digo eu.

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3
Sep 09

Estado faz de anjo

Eu até me apetecia escrever um post sobre isto http://is.gd/2OviQ mas pensando bem, não me apetece. Estou de férias, faz-me mal ao fígado, fica para a semana…


26
Jul 08

Empreendedorismo III – Co-Fundadores

Path: mv.asterisco.pt!mvalente
From: mvale…@ruido-visual.pt (Mario Valente)
Newsgroups: mv
Subject: Empreendedorismo III – Co-Founders
Date: Sat, 26 Jul 08 00:12:21 GMT

Para alem das ideias, existe uma outra peca fundamental
que o empreendedor tem de conseguir encontrar e reunir ao
seu projecto ou ideia: os cofundadores.

Se muitas vezes o trabalho de pensar e idealizar um
projecto e um trabalho solitario, o trabalho de planear
e implementar um projecto e algo que nao pode ser feito
por um lobo solitario. Torna-se necessario juntar as
capacidades e esforcos de varias pessoas.

Sempre tive presente como constituintes basicos de
uma organizacao as pessoas, os processos e a tecnologia.
Dai que tambem tenha tido sempre na ideia que o minimo
para comecar uma empresa sao 3 pessoas: o responsavel pelas
pessoas (administrativo/financeiro), o responsavel pelos
processos (marketing/operacoes) e o responsavel pela
tecnologia (desenvolvimento/producao).

Note-se que o numero minimo de elementos necessarios
para comecar uma empresa nao e um (1): isso e freelancing.
Nao e dois (2): isso e um casamento (pior…). O numero
certo e tres (3). Nao e quatro (4) porque 4 sao dois
casamentos…

No livro “Beermat Entrepeneur” sao recomendados cinco (5):

http://www.amazon.co.uk/Beermat-Entrepreneur-Really-Great-Business/dp/0273659294
http://www.cognac.co.uk/files/beermat.pdf

A saber:

– The Entrepreneur (CEO,idea/promotion guy)
– The Technical Innovator (CTO, tech, geek)
– The Delivery Specialist (COO, operacoes)
– The Sales Guy (CMO, marketing, vendas)
– The Finance Guy (CFO, administracao, financas,o chato)

Nao se pode dizer que nao seja uma boa ideia. Mas por
vezes e bastante dificil conseguir o commitment de 5
pessoas. Se isso for possivel perfeito; se nao for possivel
o minimo necesario sao 3 pessoas e mais tarde a empresa pode
adicionar os 2 elementos em falta.

Escuso-me a colocar como hipotese startups com mais de
5 founders: isso e o caos ou a democracia, e nenhum deles
da bons resultados. Podem escolher qualquer numero para
o numero de fundadores desde que o total seja 3 ou 5…

A principal dificuldade nesta fase, conforme descrito por
John Nesheim no capitulo 3 do livro “High Tech Startup”, e
de facto conseguir o commitment (compromisso, no sentido
de “palavra”, interesse, disponibilidade) dos (pelo menos)
dois cofounders (ou, mais dificil, de quatro)

http://www.amazon.co.uk/High-Tech-Start-up-Successful-Companies/dp/068487170X
http://is.gd/14mE

Sendo certo que esta e uma fase excelente de teste para a
ideia do empreendedor, uma vez que os cofounders tem de ser
convencidos a juntar-se ao projecto e isso implica explicar
e “vender” o projecto e a oportunidade, tambem e certo que
os obstaculos a vencer nao sao triviais.

A incapacidade e incerteza de verem como realizavel uma
ideia muitas vezes fora do comum elimina muitos potenciais
candidatos. Os que restam, as vezes mais convencidos pelo
retorno financeiro do projecto do que pela ideia em si, sao
tambem aqueles que, quando contrapoem a seguranca de um
emprego e de um salario certo, acabam por considerar uma
aventura arriscada participar na criacao de uma empresa.

Nao e tambem de menosprezar antagonistas de peso nesta
fase do empreendedorismo: a familia e a sociedade.
A primeira porque, tipicamente, considera uma loucura
alguem meter-se num negocio proprio, deixando um emprego
seguro (ou pelo menos a ilusao do mesmo). O empreendedor
tem muitas vezes de convencer nao um cofounder, mas o
marido/mulher, os pais, etc
A segunda porque, na Europa em geral e em Portugal em
particular, coloca um estigma enorme no falhanco e/ou
na possibilidade de falhar. Ao inves de se entender um
projecto falhado como uma fase da aprendizagem, ele e
usado como “nodoa” e “prova” de quem nao vale a pena
correr riscos. Como se isso nao bastasse, caso o projecto
tenha sucesso e traga algum, pequeno ou grande, nivel
de liberdade e riqueza, a sociedade europeia e crista
tende tambem a tratar os empreendedores com inveja e
com desdem, nao sendo raros os fenomenos de criacao de
rumores sobre a proveniencia dos lucros e a sua
legitimidade.

A estrategia de resolucao deste quadro passa pela
definicao de papeis a desempenhar na startup em vez
de pensar em pessoas especificas. O empreendedor pode
entao e assim procurar e contactar potenciais cofounders
de entre os seus conhecimentos, garantindo que tem
competencias para desempenhas os papeis em causa.
Atraves de multiplos contatos com os multiplos
candidatos, o empreendedor pode ir medindo e avaliando
qual a disponibilidade e commitment possiveis por parte
das varias pessoas possiveis.
Adicionalmente esta definicao previa de papeis permite
que, por um lado, nao se criem ideias fixas sobre este
ou aquele cofundador, nao ficando a criacao da startup
dependente deste ou daquele “genio”, muitas vezes
ilusorio. Por outro lado, abrindo a porta a varias
possibilidades, permite que a startup, no momento da
criacao ou no futuro, nao esteja dependente da criacao
de um “dream team”, muitas vezes dificil de conseguir
e/ou de manter.

— MV