18
Dec 15

Star Dorks

disney-star-wars-mashups-21 Na nomenclatura usada para se classifcar os hipsters há 3 niveis: geeks, nerds e dorks. Os fanáticos do Star Wars (não digo os fãs, que é algo diferente) estão no pior escalão: são dorks. Gostavam de ser nerds e ambicionam ser geeks. Mas, temos pena, são dorks. Em especial aqueles zelotas que apenas recentemente se converteram à religião (os piores). Estou no Cinema Condes e 1980 quer os filmes originais de volta.

Quando vi os originais achei giros. Mas não mais do que isso. Eu explico-vos o meu “problema” com o Star Wars: shallowness, em Português “xalouneite”. Mentira, é “superficialidade”. É isso. Muita parra e pouca uva. Muito detalhe superficial e pouca produfundidade de história.

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03
Jun 15

Como Usar a Uber no Portugal Nacional-Socialista, Nazi e Fascista

Screenshot from 2015-04-29 22:28:09

Esta coisa da Uber em Portugal mete nojo. É o gáudio dos lobbies e do nacional socialismo, também conhecido como nazismo.

A troco de uma suposta “livre concorrência” (na realidade protecionismo, proibido pela União Europeia) que proteja os taxistas portugueses (nacionalismo da pior espécie e xenofobia) e que garanta o bom funcionamento da sociedade (socialismo), o Estado cede a lobbies cedendo aos mesmos rendas absurdas e prejudicando os portugueses privando-os de serviços de maior qualidade e mais baratos.

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29
Apr 15

Juiz Português Despenteia a Uber

Screenshot from 2015-04-29 22:28:09

“Tribunal de Lisboa proíbe Uber em Portugal”

Grande LOL.

Primeiro os tribunais portugueses não têm jurisdição para actuar sobre a Uber. A Uber é americana, os servidores estão nos EUA. Quando muito têm jurisdição sobre as pessoas portuguesas: a pessoa q pede o serviço Uber e a pessoa que o faz.

Boa sorte: vão ter de mandar parar todos os carros com pelo menos 2 passageiros e perguntar-lhes se são clientes ou motoristas da Uber…. e esperar que eles digam a verdade (ou não.)

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06
Apr 15

47

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27
Mar 15

“Lista VIP” na Justiça, já!!

18137694_hhbGjEsta coisa da “lista VIP”, nomeadamente o sistema de alertas, não seria de usar na Justiça para proteger os processos em segredo de Justiça?

Ah, esqueci-me. Os processos são muito mais seguros em papel. Assim o juiz leva o papel para casa e voilá: because segurança.

Embora o grande mecanismo de segurança dos processos em tribunal é o serem cosidos. Sim, cosidos, com fio e agulha, à mão.

Isto porque, notem, impede a consulta indevida. As folhas estão todas cosidas umas com as outras e assim não dá para tirar fotocópia.

Quando alguém devidamente autorizado precisa de consultar o processo, descosem-se as folhas. No fim, volta-se a coser. À mão. Com fio e agulha. Não acreditam? Ampliem a imagem: http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/08/processos-tribunais11.jpg

A “coisa” podia ser informatizada. Mas os juizes e magistrados só o permitiriam se pudessem construir um datacenter na cave do palácio Raton. No datacenter do MJ é que não. Os servidores estão mais seguros num “datacenter” em Évora que é numa cave (because segurança!!). O ter uma janela virada para a rua, sem protecção, e o ar condicionado ser uma ventoínha não são problemas de maior.

Muito menos é aceitável que esteja tudo centralizado em servidores num datacenter. A segurança é muito maior se os processos de cada tribunal, cada vara, estiverem armazenados num servidor local. Mais uma vez, o facto de muitas vezes haverem janelas viradas para a rua, sem protecção, não é problema. Aliás, até ajuda: quando a ventoinha falha abre-se a janela.

Se se precisar de estatisticas na Justiça, não há problema: em cada um dos +400 servidores faz-se um export para Excel e depois alguém junta os 400 ficheiros num só. O Excel ajuda bastante.

Quanto às gravações dos julgamentos e os ficheiros audio, estamos falados.

E não há cá cartões de ID e autenticação num sistema de PKI (infraestrutura de chaves públicas) atribuidos pelo Ministério da Justiça. Para haver esses cartões tinham os próprios juizes e magistrados de ter uma PKI só deles. E impressoras de cartões só deles. Na cave do palácio. A Casa da Moeda fazer isso não é de confiar.