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22
Jan 17

A Diferença Entre Direita e Esquerda


Para referência futura e a propósito da azia dos “democratas” americanos e das manifestações mundiais da esquerda fascista:
 
A diferença entre direita e esquerda…
 
Quando um tipo de direita não gosta de tourada, não vai à praça de touros assistir.
Quando um tipo de esquerda não gosta de tourada, tenta proibi-la.
 
Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.
Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.
 
Quando um tipo de direita não gosta de tabaco, não fuma.
Quando um tipo de esquerda não gosta de tabaco, não descansa até que seja vetado ou proibido.
 
Quando um tipo de direita é vegetariano, simplesmente não come carne.
Quando um tipo de esquerda é vegetariano, ele faz uma campanha contra os produtos à base de proteína animal.
 
Quando um tipo de direita é homossexual vive a sua vida tranquilamente como tal.
Quando um tipo de esquerda é homossexual faz escândalo para que todos o respeitem como tal.
 
Quando um tipo de direita é prejudicado no trabalho reflecte sobre como sair dessa situação e agir.
Quando um tipo de esquerda é prejudicado no trabalho, faz greve mais uma queixa contra a discriminação que sofreu.
 
Quando um tipo de direita não gosta de um programa de TV, desliga-a ou muda de canal.
Quando um tipo de esquerda não gosta de um programa de TV, processa o canal do programa que não gosta.
 
Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, sinagoga ou mesquita, ao sábado ou domingo fica a ler o jornal, e inclusivé fica na fila para o comprar com aqueles que vão ou retornam da igreja.
Quando um tipo de esquerda é ateu, não quer qualquer referência a Deus em qualquer lugar, em qualquer esfera pública, e as reivindica contra as religiões (excepto contra a do Islão).
 
Quando um tipo de direita tem um problema financeiro sério, trabalha mais, tenta pagar as suas dívidas o mais rápido possível, e poupa.
O de esquerda acusa o governo (se é de direita), os empresários, a burguesia, o Estado, o capitalismo, a globalização, o pai, a mãe, a sua raça, o gato e o bombeiro .
 
Quando um tipo de direito, le este artigo, ri, e divulga-o até pelos seus amigos sejam eles de esquerda ou direita…
O de esquerda fica furibundo, chama logo o autor de fascista e insulta com um chorrilho de asneira quem o publicou.
 
José Cavalera

18
Dec 15

Star Dorks

disney-star-wars-mashups-21 Na nomenclatura usada para se classifcar os hipsters há 3 niveis: geeks, nerds e dorks. Os fanáticos do Star Wars (não digo os fãs, que é algo diferente) estão no pior escalão: são dorks. Gostavam de ser nerds e ambicionam ser geeks. Mas, temos pena, são dorks. Em especial aqueles zelotas que apenas recentemente se converteram à religião (os piores). Estou no Cinema Condes e 1980 quer os filmes originais de volta.

Quando vi os originais achei giros. Mas não mais do que isso. Eu explico-vos o meu “problema” com o Star Wars: shallowness, em Português “xalouneite”. Mentira, é “superficialidade”. É isso. Muita parra e pouca uva. Muito detalhe superficial e pouca produfundidade de história.

Por exemplo, a diferença com o “Senhor dos Anéis” (que já passou a moda): este último parte de uma colecção de livros e de um imaginário profundo para uma versão em cinema (e outros artigos); o Star Wars parte de um ou dois filmes originalmente com pouca história a que depois é “colado” com detalhes para parecer que é profundo. Como já li hoje: uma história de um orfão camponês que se radicaliza quando matam a sua família. Depois junta-se a uma religião que num ataque terrorista mata 300.000 pessoas.

A produção artistica pode ser medida de acordo com a sua profundidade (conceito) e a sua superficialidade (detalhes). Exemplos: pop art, superficial e pouca profunddidade; surrealismo, superficialidade e profundidade; Harry Potter, nem superficialidade nem profundidade. O Star Wars tem superficialidade mas pouca profundidade. Montes de bonecos e tshirts mas depois livros escritos a granel mas nenhum realmente importante conceptualmente. É que nem sequer é “ficção cientifica” de jeito.

O “Senhor dos Anés”: obra profunda, estruturada, com a superficialidade aumentada posteriormente. O “Dune”: obra profunda, estruturada, com pouca superficialidade, alguma recente. O “Rambo”: obra pouco profunda e superficial (pensem tipo “Rambo XX1, O Espirito do Guerreiro Volta ao Templo de Shaolin”)

E é isto. Ide ler o “Dune”; não vos digo para ver o filme que é dificil de compreender (profundidade); mas ide ver a série de TV, “Frank Herbert’s Dune”. Ide ler os livros de base do “Senhor dos Anéis”, em especial a ‘Biblia’ do universo do “Senhor dos Anéis”, o “Silmarilion”. Ide ver o “Espaço 1999” e depois dêem noticias.


29
Apr 15

Juiz Português Despenteia a Uber

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“Tribunal de Lisboa proíbe Uber em Portugal”

Grande LOL.

Primeiro os tribunais portugueses não têm jurisdição para actuar sobre a Uber. A Uber é americana, os servidores estão nos EUA. Quando muito têm jurisdição sobre as pessoas portuguesas: a pessoa q pede o serviço Uber e a pessoa que o faz.

Boa sorte: vão ter de mandar parar todos os carros com pelo menos 2 passageiros e perguntar-lhes se são clientes ou motoristas da Uber…. e esperar que eles digam a verdade (ou não.)

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A decisão obriga ainda ao encerramento da aplicação para telemóveis, da página de Internet e a interdição de uso de cartões de crédito e sistemas de pagamento pela Internet feitos através desta plataforma.

“””””

1 – como é q “encerram a aplicação”? Vão fiscalizar carros com mais de dois passageiros e ver se os telemoveis têm a aplicação instalada?

 

2 – “a pagina da Internet”: como é q fazem isto? Bloqueiam o dominio uber.com em Portugal (à boa maneira chinesa e norte coreana)? Ou mandam encerrar os servidores de uma empresa americana que estão tambem nos EUA?

 

3 – “interdição de uso de cartões de crédito e sistemas de pagamento”: mais uma vez, como? Tiram os cartões de credito às pessoas? Ou dizem à VISA para cancelar todos os cartões VISA de pessoas de Portugal que tenham usado o serviço? Ou mandam fechar o PayPal?

Enfim… mais uma decisão “brilhante” de uma azémula qq do alto do pedestal de juiz.

Faz lembrar o Bastonario da Ordem dos Medicos, há uns 20 anos atrás, quando confrontado pelo Expresso com o facto de que se podiam comprar medicamentos através da Internet: “pois, não sabia, é grave, vou falar com a tutela TALVEZ SE POSSAM PROIBIR ESSES BROWSERS”

Conclusão: um juiz português tomou uma atitude de força e despenteou um estagiário da Uber.


6
Apr 15

47

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27
Mar 15

“Lista VIP” na Justiça, já!!

18137694_hhbGjEsta coisa da “lista VIP”, nomeadamente o sistema de alertas, não seria de usar na Justiça para proteger os processos em segredo de Justiça?

Ah, esqueci-me. Os processos são muito mais seguros em papel. Assim o juiz leva o papel para casa e voilá: because segurança.

Embora o grande mecanismo de segurança dos processos em tribunal é o serem cosidos. Sim, cosidos, com fio e agulha, à mão.

Isto porque, notem, impede a consulta indevida. As folhas estão todas cosidas umas com as outras e assim não dá para tirar fotocópia.

Quando alguém devidamente autorizado precisa de consultar o processo, descosem-se as folhas. No fim, volta-se a coser. À mão. Com fio e agulha. Não acreditam? Ampliem a imagem: http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/08/processos-tribunais11.jpg

A “coisa” podia ser informatizada. Mas os juizes e magistrados só o permitiriam se pudessem construir um datacenter na cave do palácio Raton. No datacenter do MJ é que não. Os servidores estão mais seguros num “datacenter” em Évora que é numa cave (because segurança!!). O ter uma janela virada para a rua, sem protecção, e o ar condicionado ser uma ventoínha não são problemas de maior.

Muito menos é aceitável que esteja tudo centralizado em servidores num datacenter. A segurança é muito maior se os processos de cada tribunal, cada vara, estiverem armazenados num servidor local. Mais uma vez, o facto de muitas vezes haverem janelas viradas para a rua, sem protecção, não é problema. Aliás, até ajuda: quando a ventoinha falha abre-se a janela.

Se se precisar de estatisticas na Justiça, não há problema: em cada um dos +400 servidores faz-se um export para Excel e depois alguém junta os 400 ficheiros num só. O Excel ajuda bastante.

Quanto às gravações dos julgamentos e os ficheiros audio, estamos falados.

E não há cá cartões de ID e autenticação num sistema de PKI (infraestrutura de chaves públicas) atribuidos pelo Ministério da Justiça. Para haver esses cartões tinham os próprios juizes e magistrados de ter uma PKI só deles. E impressoras de cartões só deles. Na cave do palácio. A Casa da Moeda fazer isso não é de confiar.