2009


28
Dec 09

See? http://ping.fm/KFR4Y(VentureBeat)&utm_content=Google+Reader I told you it was a good idea http://ping.fm/oAwnh (Project 70)


28
Dec 09

As Escolhas do MV (XV)

Estas escolhas não vieram à 6a feira mas há uma justificação (não sei se repararam mas foi dia de Natal). De qualquer forma aqui estão algumas sugestões:

Acho que a partir da próxima semana ou da seguinte começo a sugerir escolhas na área dos jogos, para substituir a dos filmes. Até lá.


24
Dec 09

Have a Metal Xmas http://ping.fm/7eu1h and a Rockin New Year http://ping.fm/o5mxe lml


23
Dec 09

History Repeating

Há uns anos 10 anos atrás resolvemos mudar de casa. E como o nosso banco andava armado em parvo, resolvemos mudar de banco para aquele que nos desse as melhores condições. Curiosamente, depois da mudança, o banco inicial andou durante 2 ou 3 anos a oferecer-nos o que dantes não podia ser; até que acabámos por mudar de volta, não pelo aliciamento mas porque o novo banco passou ele a armar-se em parvo.

Anyway… A coisa acabou por ter piada porque, quando nos dirigimos ao soon-to-be novo banco para contactar uma pessoa recomendada por um amigo, acabo por descobrir que era um amigo de longa data, colega num dos primeiros empregos que tinha tido. “Eh pá! tás bom e o camandro!…”. A conversa habitual. Lá começámos a dar andamento aos trâmites e esse amigo pede-me os dados pessoais. Quando lhos começo a dar e ele começa a debitar no computador, diz ele: “Eh pá, não é preciso porque eu já tenho aqui os teus dados todos”. Como?! Eu nunca tinha sido cliente do banco, nem do grupo. Têm os meus dados todos?! Mau… Comecei logo a fazer teorias da conspiração. Privacidade, big brother e tal. “Como é que têm os meus dados todos?”, perguntei. “Foste tu que os deste. Na data tal do tal no balcão das empresas na Avenida X”. Fiz rewind, lembrei-me e comecei a rir…

Uns anos antes tinha resolvido meter-me numa aventura e achei que eram verdade aquelas coisas da TV tipo “venha ao nosso banco, apoiamos jovens empresários”. Hoje já não é empresários mas é parecido: “venha ao nosso banco, apoiamos inovação e empreendedores”. A mesma treta. Mas na altura lá fui ao banco. Explicar o que é que queriamos fazer, porque é que achavamos que o TCP/IP ia ganhar ao X.25 (literalmente) e a Internet era uma coisa boa. Já estão a ver o filme: ficaram com os dados (para a basezinha de dados de direct mail) e ignoraram-nos completamente. O que não é de admirar, visto que ainda não tinha o ar respeitável de quem corta o cabelinho e levava o mesmo blusão de cabedal que levei ontem para os Living Colour.

E lá continuei a rir. “Porque é que te estás a rir?”, pergunta-me. “Porque já me lembro onde é que dei os dados e porquê.”, disse eu. A rir-me. E diz o amigo: “Porquê?…. Espera…Não acredito! Foi por….”. Pois. Pois foi. Foi o banco a ficar a ver navios por causa das suas “metodologias”, os seus “processos”, as suas “burocracias”, mas acima de tudo a sua aversão a tudo o que sai fora dos parâmetros do sistema. Perderam a oportunidade de fazer um bom investimento e de ter um bom retorno.

Hoje, já com mais experiência, mais conhecimento e mais paciência, estou-me a rir de antemão. Como diria o outro “plus ça change…“. Os termos mudam, os “JEEP” de ontem são os “empreendedores” de hoje, os SAJE de ontem são os QREN de hoje. Mas as tretas continuam as mesmas. A aversão a tudo o que sai fora do quadrado continua. E depois o tempo passa, as coisas mudam e eu fico-me a rir.

Nas palavras imortais dos Propellerheads e de Lady Shirley Bassey: “History Repeating“.


23
Dec 09

Living Colour pwned… Quote of the night: “We’ve been doing this for the last seven weeks and let me tell you, this is no way to make a living”


22
Dec 09

Unfuddle is made of awesome! http://unfuddle.com/ Basecamp+Github


20
Dec 09

I used to be a maven/mensch but I left due to the newbies, the brands, the smores and the bitches http://ow.ly/O0qX


19
Dec 09

“Vaga de frio em toda a Europa e Espanha pode chegar aos 20 graus negativos”. É o chamado “aquecimento global”… Só Espanha é que se safa.


19
Dec 09

As Escolhas do MV (XIV)

Desta vez comecei mais cedo, acho que vai dar para postar antes da meia noite:
  • a tecnologia é uma coisa muito bonita. Serve para uma carrada de coisas, é preciso é ter uma visão geral dela e perceber quais as tecnologias que podem ser uma vantagem quando aplicadas ao “negócio”. Isto é um dos conceitos base que tentamos ilustrar nas aulas de MIS (Management Information Systems). O “negócio” também pode ser, por exemplo, a Administração Pública ou a Justiça. Isto vem a propósito de não conseguir perceber tanto problema com as fugas de informação do Ministério Público e dos Tribunais. É que existe tecnologia para identificar os tipos de papel. Existe tecnologia para perceber em que impressora foi impresso um documento. Existe tecnologia para tornar cada cópia de um documento numa versão única, conforme a quem for distribuido (e, antes que perguntem, resistente a fotocópia). Simples. Só é preciso que as tecnologias sejam aceites por quem de direito e que quem de direito esteja disposto a alterar os processos de trabalho arcaicos.
  • para os empreendedores fica o link para um artigo com uma lista resumo dos melhores conselhos para empreendedores que existem na web.
  • um dos subgéneros musicais que sempre curti é o chamado funk metal, uma mistura (óbvio) de funk e de hard rock ou heavy metal. E quem melhor que uma banda de não-caucasianos “to funk you up”? Apresento-vos os Living Colour. É ouvi-los em versão mais funk do que metal no “Love Rears Its Ugly Head”. Ou, em versão mais metal do que funk, no “Cult of Personality” (letra dedicada aos “iluminados” em Copenhaga). Se não gostam nem de funk nem de metal, devem ser uns “bóbinhos” que gramam coisas tipo Soul ou Calypso. Então tomem lá o “Glamour Boys” (”I’M FIERCE!”) que os meninos também tocam disso. Isto vem a propósito do facto que os vou ver na próxima 3a feira no Santiago Alquimista. Caso não tenham reparado, o vocalista Corey canta pra catano.
  • para vídeos fiquem-se lá com o de outra banda de rock (rock cristão; sim, também há sem ser coisas do Demo) com um vocalista que também canta comó catano: Stryper, Calling on You. Validem lá o catano e o cristão nesta música: Jesus Makes Me Wanna Sing. Ou ponham lá um dos meninos do Ídolos a cantar o Honestly.
  • com esta história de Copenhaga não paro de me espantar com a pretenciosidade da raça humana. Não só estamos convencidos que as merdas que fazemos afectam o planeta, como adicionalmente estamos convencidos que podemos fazer alguma coisa para alterar o clima do planeta. Eu não estou convencido. Nós ao pé das baratas somos uns tansos. Plâncton então nem se fala. As emissões de CO2 de vulcões põem essa história dos carros a um canto. Mas isto é sabido. É conhecido. Há até cientistas que escondem o facto de a temperatura média do planeta estar a descer. Já há uns anos que saiu um livro chamado “The Skeptical Environmentalist” que demonstrou a tanga ecologista. Ah, convém dizer: o autor ERA um ecologista.
  • com mais uma falha de um banco, a crise do Dubai e os problemas da Grécia, voltou a ser moda vilipendiar o capitalismo. As pessoas não percebem ou não querem perceber que a razão da crise do subprime (subprime = empréstimos a pessoas que não os podiam pagar) foi devida a políticas socialistas. É que o crédito para a habitação tinha de ser democrático, toda a gente tem direito a uma casa. E os bancos foram pressionados a emprestar dinheiro. Quem não se lembra das famosas “taxas bonificadas”. O mais ridículo disto tudo é que o governo socialista dos EUA (sim, o Bush era socialista) foi avisado por Ron Paul, um dos candidatos à presidência nas últimas eleições. Vale a pena citar uma parte acerca do estado dos bancos Fannie Mae e Freddy Mac (bancos do Estado, a CGD lá do sitio): “by transferring the risk of a widespread mortgage default, the government increases the likelihood of a painful crash in the housing market”. Isto foi escrito em 2003, 5 anos antes da crise do subprime. A propósito das últimas eleições americanas: está quase a fazer 1 ano. Então Obama, o salvador da Humanidade e arredores, ainda não fez nada? Em 1 ano o gajo ia partir a loiça toda. Até agora zero. Até a esquerda americana já se está a chatear com o homem.

AH! Desta vez foi antes da meia noite (23:49)!


17
Dec 09

3 burros na TVI a falarem da morte de Samuelson. “Ah a ideia da destruição creativa é brilhante”… Oh burros! essa ideia é do Schumpeter, não é do Samuelson…