Politics


20
Jan 10

Corrupção e Pobreza

Causas da corrupção:

  • restrições a um livre mercado
  • subsídios governamentais
  • controlo de preços
  • baixos salários na Função Pública

Consequências da corrupção:

  • pouco investimento e pouco crescimento económico
  • má alocação e retenção de talentos
  • perda de receita fiscal
  • problemas orçamentais
  • qualidade inferior nas infraestruturas e serviços públicos

Isto diz-vos alguma coisa? Conseguem ver o paralelo, a analogia? Portanto é simples: para acabar com as consequências basta resolver as causas.


30
Sep 09

Quem é que Faz de Anjo

Eu disse que ia falar sobre este assunto e andei a arranjar vontade para o fazer. Como tenho andado a tomar o Cholagut e já me sinto melhor da figadeira, cá vai…

Esta coisa do empreendedorismo e das startups é uma coisa incerta, variável, dinâmica, imponderável, cheia de inesperados. É uma coisa que implica assumir, como hei-de dizer…: riscos. Como consequência tem-se obviamente que o financiamento deste tipo de projectos, implica, digamos, algum risco. Não é daquele risco tipo “vou andar de skate mas posso partir uma perna”, não. É mais daquele tipo “vou atravessar uma floresta em chamas infestada de leões e acredito que vou sair do outro lado incólume. Ou morto”. Se calhar é por isso que o investimento neste tipo de projectos se chama capital de risco. Digo eu.

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3
Sep 09

Estado faz de anjo

Eu até me apetecia escrever um post sobre isto http://is.gd/2OviQ mas pensando bem, não me apetece. Estou de férias, faz-me mal ao fígado, fica para a semana…


25
Aug 09

O Poder da Internet

“O poder da Internet deve servir o Mundo”

Não serve nem deve servir. A Internet serve o individuo, transfere poder das organizações e do colectivo para o individuo. Uma afirmação colectivista e socialista cuja consequência lógica é a submissão da Internet a uma qualquer entidade supranacional (ONU? EU?) e a retirada de direitos digitais aos cidadãos (confidencialidade, anonimidade, privacidade).

“A tecnologia não resolve problemas, as pessoas resolvem problemas.”

Precisamente. Pessoas. Possivelmente agregadas em grupos por vontade própria. O que não resolve problemas: colectivos impostos, partidos e políticos, entidades supranacionais e supraindividuo.

“Os políticos do presente e do futuro têm de orquestrar a inteligência colectiva.”

Não têm nada. A inteligência colectiva orquestra-se a si própria. A inteligência colectiva de uma colónia de formigas não é orquestrada por ninguém. A inteligência colectiva de um cérebro também não, não é preciso ninguém a orquestrar os neurónios.

“Devem impor-se pela confiança. O seu desígnio não é um conceito de justiça meramente formal, mas o desenvolvimento das capacidades para que cada um atinja o seu potencial.”

Cá está. Mais uma das várias afirmações que trai o tom geral da entrevista, um tom de descentralização, poder distribuido, capacidade dos individuos. No fundo, no fundo, as pessoas e cidadãos são umas bestas que precisam que os politicos se imponham e lhes orquestrem a vidinha para que possam atingir o seu potencial.

Para além do discurso bonito, é uma agenda compreensivel para quem representa não só uma multinacional mas também o poder politico (um partido).

Em tudo o resto é uma boa entrevista.


25
Aug 09

On the Immorality of Socialism

This clip is taken from a 1990 debate at the University of Waterloo, featuring Bob Rae, 6-months before he became the Premier of Ontario, and John Ridpath, who at the time was an associate professor at York University in Toronto, Canada.

On the Immorality of Socialism